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26 mar

Criatividade na Shoulder!

Como é trabalhar em uma das marcas mais queridas do Brasil?

Para nós, que amamos tudo que envolve o universo da moda, é um enorme prazer! Não só porque estamos convivendo o tempo todo ao de lado de roupas, tendências e pessoas incríveis. Mas também por causa do ambiente incomparável que as nossas diretoras criam todos os dias.

Hoje, nós queremos compartilhar com vocês toda essa energia contagiante! E nada melhor do que elas mesmas falarem sobre isso, certo?

Rosanne (diretora de estilo) e Monique (diretora de criação). Mãe e filha que trabalham no coração da criatividade da marca, impulsionando e motivando tudo e todos por onde passam.

Em um bate-papo descontraído, conversamos com essas duas verdadeiras inspirações para nós. Com vocês, nossas diretoras!

 

– De onde vêm as inspirações na hora de criar uma coleção da Shoulder?

 

Monique: A nossa maior inspiração é sempre a nossa cliente! Por mais que a gente veja o que está acontecendo no mundo, viaje, vá aos fóruns de tendências e exposições, nós sempre tentamos traçar um paralelo daquela tendência e ver como vamos conseguir adaptar aquela aposta ao nosso público. E daí, nós colocamos alguns pontos que tenham a ver com o nosso universo urbano. A gente sempre adapta à nossa realidade e isso faz com que a gente sempre tenha uma coleção autoral.

Rosanne: Exatamente! E tudo começa quando viajamos! Parece que é um universo coletivo em que tudo inspira: desde exposição de artes em Londres ou Paris até os fóruns de tendências e feiras. Até ir a um restaurante, você vê o comportamento das pessoas. Tudo é interessante e tudo pode virar imagem e inspiração. E é muito intuitivo também.

 

 – E como vocês definem o ambiente de trabalho?

 

Rosanne: Supercriativo e um ambiente jovem! Eu acho que a gente tem uma alegria nata. A gente está sempre rindo e brincando. Eu gosto muito do perfil das pessoas que trabalham aqui, todos estão na mesma sintonia.

Monique: A minha mãe é quase que uma anfitriã recebendo as pessoas em sua sala! Ela deixa as pessoas em casa. É uma sala que tem forninho, sabe? (risos). De repente, você está em uma reunião e ela sai com um bolinho quentinho que acabou de sair. Começa aquele cheiro maravilhoso, dai tomamos café. É uma descontração pra depois retomar com força total às ideias.

Rosanne: É que eu realmente me sinto em casa! Mesmo nas viagens, eu não gosto de nada maçante. A gente trabalha de uma forma muito livre! Temos tempo pra passear, para ver uma obra de arte – o que for. O que a gente quiser e interessar, a gente vai. Focar somente em roupa o tempo todo é cansativo – ninguém gosta. Isso é o obvio – e isso a gente tem todos os dias. Então quando viajamos, procuramos ter tempo livre, vamos a lugares e restaurantes bacanas.

Monique: E daí você percebe que as coisas vão se conectando, né?

Rosanne: Sim! Eu acho que fica mais livre e deixa as coisas acontecerem naturalmente. Tudo vai fluindo!

 

 

– Para quem vocês criam as coleções?

 

Monique: Nós focamos sempre no cliente. Eu acredito que a Shoulder consegue ter muito essa veia da inovação (é uma marca que está no mercado há muitos anos e nunca se deixou envelhecer), mas acho que isso também aconteceu porque a gente nunca deixou de focar em nossa cliente – essa mulher urbana e feminina. A gente soube acompanhar essa modernização.

Muitas pessoas acham que a Shoulder rejuvenesceu. Não, a gente simplesmente não envelheceu! Acho que são coisas bem diferentes porque mesmo a nossa cliente que está com a gente há 20 anos, ela não tem os mesmos pensamentos que tinha há 20 anos. De repente, com 50 anos hoje, ela está com uma cabeça mais jovem do que pensou que teria quando tinha 30, por exemplo.

A Shoulder cria para aquela mulher que sempre se reinventa e é moderna! É com certeza uma mulher muito urbana, prática, dinâmica, versátil e independente. Ela precisa de uma roupa que acompanhe o dia a dia dela de uma forma muito tranquila, em que ela acorda de manhã, vai trabalhar e de repente com a mesma roupa (com uma simples troca de acessório e uma reforçada na maquiagem), ela sai e já vai para um evento. É nessa praticidade do dia a dia que a gente pensa na hora da criação.

 

– O que é específico da Shoulder na hora da criação?

 

Rosanne: Estamparia! É onde a gente realmente consegue criar algo realmente nosso. A gente desenvolve internamente, desde o desenho até a curadoria da matéria-prima. Como nós criamos as coleções muito antecipadamente, as nossas peças são exclusivas. Ao mesmo tempo em que é desafiador, é a nossa identidade!

 

 

– Como é trabalhar em família no coração da criatividade da Shoulder?

 

Rosanne: Bom, a gente se dá bem, né? (risos)

Monique: Eu acho muito legal! A gente troca muita informação, ideias, experiências. Minha mãe é uma pessoa que tem mais experiência, que vive a Shoulder desde o início. Então ela sempre tem muito a agregar e contribuir. Muitas vezes acaba tendo insights e inspirações mais modernas que o pessoal mais jovem – inclusive eu!

Rosanne: Eu me sinto muito premiada porque ela me entende mais do que ninguém e sabe o que eu to pensando! É fantástico!

Monique: Uma ajuda à outra. Cada uma ter a sua palavra, a sua autonomia, de tomar decisão com suas equipes. Eu acho que isso também contribui para o trabalho ser gostoso. Não tem aquela coisa de cobrança ou de ego.

Rosanne: Não mesmo! Ego jamais! Cada um tem o seu valor, a sua importância e algo pra agregar.

Monique: A gente acredita que construímos uma coisa tão junto que não é um trabalho de competição. É mérito de todos!

 

 

– A Shoulder é uma das marcas mais consolidadas no Brasil. Qual é o segredo de tanto sucesso?

 

Monique: Eu acho que o nosso segredo é foco! Somos muito focadas no cliente.

Rosanne: A gente se preocupa muito com a gente! Olhamos muito para dentro e cuidamos muito do que temos aqui. Claro que estamos sempre antenadas com o que ta acontecendo lá fora, mas nos preocupamos mais com a nossa cliente mesmo e com a marca. A gente se preocupa muito em criar a nossa identidade, o nosso jeito de ser sem perder a essência!

 

– Quais são os maiores desafios para o futuro?

 

Monique: Acho que o maior desafio é o de criar uma identidade e um propósito que seja percebido pela cliente.

Rosanne: O desafio é também trabalhar com o timing, né? Hoje, a gente trabalha com tanta antecedência – praticamente 1 ano antes – que o maior desafio é chegar no momento certo e ver o que funcionou porque, às vezes, a gente tem que apostar em uma tendência muito antes.

 

– Agora uma pergunta pessoal: como vocês definem o estilo de cada uma?

 

Rosanne: Eu acho que a Monique tem o estilo de uma pessoa moderna, interessante, charmosa e atual.

Monique: Acho que o que define o estilo da minha mãe em primeiro lugar é sofisticação! Ela tem uma coisa que tudo que ela veste – as peças mais difíceis do planeta! – ficam boas pra elas. Isso desde sempre! É uma coisa impressionante!

 

– Se vocês pudessem escolher uma peça Shoulder pra viver, qual seria?

 

Rosanne: Ai meu Deus, pra mim é difícil! (risos). Eu amo tudo! Cada dia eu acordo com uma vontade e um jeito diferente de me vestir. Mas acho que uma saia midi de algodão porque você pode fazer várias combinações.

Monique: Calça afunilada, com certeza!

 

 

 

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